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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Entendendo o conceito de Economia Verde



O PNUMA, principal autoridade global sobre meio ambiente da ONU (Organização das Nações Unidas), define economia verde como:
 “uma economia que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente riscos ambientais e escassez ecológica. Em outras palavras, uma economia verde pode ser considerada como tendo baixa emissão de carbono, é eficiente em seu uso de recursos e socialmente inclusiva”.
Segundo o PNUMA, em uma economia verde, o crescimento de renda e de emprego deve ser impulsionado por investimentos públicos e privado que reduzem as emissões de carbono e poluição e aumentam a eficiência energética e o uso de recursos, e previnem perdas de biodiversidade e serviços ecossistêmicos. Esses investimentos precisam ser gerados e apoiados por gastos públicos específicos, reformas políticas e mudanças na regulamentação.
O caminho do desenvolvimento deve manter, aprimorar e, quando possível, reconstruir capital natural como um bem econômico crítico e como uma fonte de benefícios públicos, principalmente para a população carente cujo sustento e segurança dependem da natureza.
O conceito de uma “economia verde” não substitui desenvolvimento sustentável, mas hoje em dia existe um crescente reconhecimento de que a realização da sustentabilidade se baseia quase que inteiramente na obtenção do modelo certo de economia. 
Décadas de criação de uma nova riqueza através de um modelo de “economia marrom” não lidaram de modo substancial com a marginalização social e o esgotamento de recursos, e ainda estamos longe de atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
A sustentabilidade continua sendo um objetivo vital em longo prazo, mas é preciso tornar a economia mais verde para chegarmos lá. Para se fazer a transição para uma economia verde são necessárias algumas condições facilitadoras específicas. Essas condições facilitadoras consistem de um pano de fundo de regulamentos nacionais, políticas, subsídios e incentivos, mercado internacional e infraestrutura legal e protocolos comerciais e de apoio. No momento, as condições facilitadoras incentivam e têm um peso grande na predominante economia marrom que, entre outras coisas, depende excessivamente da energia proveniente dos combustíveis fósseis.
Por exemplo, os preços e os subsídios na produção de combustíveis fósseis juntos excederam o valor de US$650 bilhões em 20086, e este alto nível de subvenções pode afetar desfavoravelmente a transição para o uso de energias renováveis. Em contraste, as condições favoráveis para uma economia verde podem pavimentar o caminho para o sucesso dos investimentos públicos e privados em tornar as economias mundiais verdes.
Em nível nacional, os exemplos de tais condições favoráveis são: mudanças na política fiscal, reforma e redução de subsídios prejudiciais ao meio ambiente; emprego de novos instrumentos de base de mercado; procura de investimentos públicos para setores-chave “verdes”; tornar mais verdes os contratos públicos; e a melhoria das regras e regulamentos ambientais, bem como sua execução. Em nível internacional, também há oportunidades para complementar a infraestrutura de mercado, melhorar o fluxo de comércio e de apoio e promover maior cooperação internacional.
Estas informações foram extraídas do Relatório de Economia Verde do PNUMA, intitulado Rumo a uma Economia Verde, que tem como objetivo desfazer vários mitos e equívocos sobre a ciência econômica por trás do “esverdeamento” da economia global, e fornece orientações oportunas e práticas a tomadores de decisão sobre quais reformas eles precisam para desbloquear o potencial produtivo.
O relatório apresenta argumentos econômicos e sociais convincentes sobre o investimento de 2% do PIB mundial para tornar verde os 10 setores estratégicos da economia, de forma a redirecionar o desenvolvimento e desencadear um fluxo público e privado rumo à baixa emissão de carbono e a um caminho de uso eficiente de recursos. Tal transição pode catalisar uma atividade econômica de tamanho comparável pelo menos às práticas atuais, mas com um risco reduzido de crises e choques cada vez mais inerentes ao modelo existente. Com informações do PNUMA.
Fonte: Observatório Eco

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Momento sustentabilidade da G&S: Os "R`S da sustentabilidade"


 OS R´S DO CONSUMO SUSTENTÁVEL AUMENTARAM!


No começo eram 3 R´s, depois passaram para 5 e agora já estão em 8, segundo a AKATU e complementado por mim.


1R- REFLITA/ REPENSE/ REAVALIE escolha produtos menos impactantes ao meio ambiente e a saúde, que não utilizem de trabalho escravo e infantil, e não esteja ligado às práticas de violência e corrupção.


2 R-RECUSE e REDUZA: compre o necessário, evite desperdício de água, luz, produtos, embalagens e serviços.


3R- REUTILIZE/REAPROVEITE/RENOVE: use da sua criatividade para renovar roupas e móveis antigos ou doe para alguém. Através do artesanato crie novas funções para embalagens e outros materiais.


4R- RECICLE: umas das soluções para o problema do lixo, onde o material vira matéria- prima novamente para fabricação de novos produtos.  Sua realização só e possível se houver uma participação efetiva da população, do comércio e da indústria em fazer a coleta seletiva.


5R- RESPEITE a si mesmo e a todos os seres humanos, como também a todos os seres do meio ambiente.  Somos integrantes do ecossistema e devemos ter relação harmoniosa com todos os elos dele.


6 R- REPARE os erros, as suas atitudes, pedindo desculpas e desculpando os outros. Conserte os objetos quebrados!


7R- RESPONSABILIZE-SE pelos seus atos, pois todos eles causarão um impacto bom ou ruim. Como também responsabilize-se em cuidar do local onde vive e em lutar pela qualidade de vida e sustentabilidade.


8R- REPASSE/ REENVIE/ RETUITE todas as informações importante recebidas, assim estaremos sensibilizando mais pessoas a mudarem de hábitos, de saírem à luta e de se tornarem educadores ambientais.


Eu acrescentaria: RECRIE um mundo harmonioso; REIVENTE uma vida harmoniosa; RENASÇA para esse novo momento; REJEITE todas as formas de agressão e de coação, REINTEGRE-SE ao planeta, nossa casa e REVALORIZE-SE!


Erica Sena- bióloga, gestora ambiental e educadora.
Blog Pensar Eco

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

G&S também se preocupa com a sustentabilidade ambiental. E vc?

Você, com certeza já ouviu muitas vezes falar em SUSTENTABILIDADE na mídia, na escola, na empresa, etc.

Mas, você entende com clareza este conceito?

Então,
assista a estes vídeos feito pelo departamento de sustentabilidade do Banco Real e tenha mais clareza sobre o conceito de  sustentabilidade!

1º- Neste vídeo você vai acompanhar um dia na vida de Roberto por meio de três visões: social, ambiental e econômica.

Por meio de situações cotidianas vividas pelo Roberto, você vai descobrir um novo jeito de ver e de agir.
Um jeito que é bom para as pessoas, para o planeta e para os negócios.





2º -  Entenda o conceito de sustentabilidade e suas principais implicações no dia-a-dia, nos negócios e no mundo.
Por meio de situações cotidianas vividas pelo Roberto, você vai descobrir um novo jeito de ver e de agir. 
 Um jeito que é bom para as pessoas, para o planeta e para os negócios.


Veja mais em: www.bancoreal.com.br/sustentabilidade